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Site para clínica, imobiliária e indústria: o que muda em cada um (com exemplos)

Cada setor compra por um caminho e responde a uma regra. O que muda no site de uma clínica, de uma imobiliária, de uma indústria e de um escritório de advocacia.

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Neste texto

Muda o caminho da compra e a regra do conselho. A clínica vende confiança e agenda; a imobiliária vende o imóvel certo para a pessoa certa; a indústria vende especificação para um comprador técnico; o escritório de advocacia informa sem poder anunciar resultado. O layout vem depois disso.

Por que um site para clínica não serve para uma indústria?

Porque cada um responde a uma pergunta diferente na primeira dobra. O paciente quer saber se pode confiar e como marcar; o comprador industrial, se a peça atende à especificação. Um modelo genérico não responde a nenhuma das duas.

O preço também acompanha a complexidade. A Locaweb, em abril de 2026, apontou de R$ 2 mil a R$ 50 mil para um site feito por agência ou freelancer. Os projetos de site da Brave Cross ficam entre R$ 4 mil e R$ 20 mil, e o que separa uma faixa da outra está em quanto custa um site profissional em 2026.

Às vezes o que a operação precisa primeiro é uma página de captação, e não um site completo; a diferença está em site institucional ou landing page.

O que muda em cada segmento?

SegmentoObjetivo do sitePágina que decideRegra do setorErro comum
Clínica médicaGerar agendamento e transmitir segurançaPágina do médico ou do procedimento, com forma de marcaçãoResolução CFM 2.336/2023: nome, CRM, palavra MÉDICO e RQE; clínica com registro no CRM e Diretor Técnico-MédicoAntes e depois só com casos bons e fotos tratadas
Imobiliária e incorporadoraQualificar o interessado e levar à visitaPágina do imóvel ou do empreendimentoLei 4.591/1964, art. 32 §3º: registro da incorporação e cartório no anúncio; COFECI 1.065/2007: número CRECI junto ao nomeLançamento sem número de registro e busca de imóveis lenta no celular
IndústriaGerar pedido de cotação qualificadoPágina de produto com ficha técnica e downloadCDC, art. 31: informação correta, clara e precisa sobre característicasCatálogo em PDF pesado no lugar de páginas indexáveis
Escritório de advocaciaInformar e facilitar o contato, sem captaçãoPágina de área de atuação com conteúdo jurídicoProvimento OAB 205/2021: sem honorários como chamariz, sem promessa de resultado, sem casos concretosTexto de vendas com "garantimos" e depoimentos de causas ganhas

Fontes: Resolução CFM 2.336/2023 (portal do CFM), Provimento OAB 205/2021 (oab.org.br), Lei 4.591/1964 e Lei 8.078/1990 (planalto.gov.br) e Resolução COFECI 1.065/2007, consultadas em outubro de 2026.

Como deve ser o site de uma clínica?

O centro é a página do médico ou do procedimento. A Resolução CFM 2.336/2023 exige, no art. 4º, nome, número do CRM acompanhado da palavra MÉDICO e, para especialistas, o RQE. Para estabelecimentos, o art. 5º pede o nome com o registro no CRM e o Diretor Técnico-Médico com sua inscrição. No site, isso vira rodapé fixo e bloco de identificação em cada página de profissional.

O art. 9º permite informar valores de consultas e formas de pagamento, mostrar o ambiente e a equipe e explicar como marcar. Por outro lado, o art. 11 proíbe garantir ou insinuar bons resultados, e o art. 14 só admite antes e depois em conjunto de imagens que inclua evoluções insatisfatórias e complicações, sem edição e sem identificar o paciente.

O padrão que funciona: herói com especialidade e agendamento, páginas por procedimento com texto educativo e caminho curto até o WhatsApp. Clínicas odontológicas seguem o conselho de odontologia, com regras próprias. Para o lado da aquisição, veja tráfego pago para clínicas.

E o site de uma imobiliária ou incorporadora?

Aqui decide a página do imóvel: fotos leves no celular, planta, metragem, localização e um contato que já leve o código do imóvel na mensagem. Se a busca com filtros demora, o visitante volta ao portal.

Duas regras entram no texto. A Lei 4.591/1964, no art. 32, §3º, manda que o número do registro da incorporação e o cartório constem dos anúncios e publicações do empreendimento, salvo classificados. E a Resolução COFECI 1.065/2007 determina que o nome usado na divulgação venha seguido do número no CRECI, com a letra J no caso de pessoa jurídica.

Em lançamentos de alto padrão, o site pode ser o estande: o empreendimento em 3D antes de existir. Veja lançamento imobiliário de alto padrão: o site 3D como estande digital.

O que uma indústria precisa que os outros não precisam?

Atender um comprador técnico, que busca pelo nome da peça, da norma ou da aplicação. Cada linha de produto merece página própria e indexável, com ficha técnica em texto, download do desenho e formulário de cotação com quantidade, aplicação e prazo.

A regra que pesa é a do Código de Defesa do Consumidor, art. 31: a oferta deve trazer informações corretas, claras e precisas sobre características do produto. Na prática: ficha técnica conferida pela engenharia, não copiada de um catálogo antigo.

O erro mais caro é publicar o catálogo só como um PDF pesado, mal lido por buscadores e IAs. Como deixar essas páginas legíveis para o Google e para o ChatGPT está em site preparado para IA.

E o escritório de advocacia?

O site existe para informar, não para captar. O Provimento OAB 205/2021 proíbe, no art. 3º, referência a honorários, gratuidade ou descontos como forma de captação e expressões persuasivas ou de autoengrandecimento. O art. 6º veda promessa de resultado e uso de casos concretos para oferecer serviço.

O permitido rende um bom site: conteúdo jurídico por área de atuação (a página que decide), títulos verdadeiros e comprováveis (art. 4º, §1º) e, pelo anexo do provimento, chatbot para facilitar a comunicação, desde que não substitua a pessoalidade do atendimento.

Como montar o site do seu segmento?

01

Pergunta

Escreva a pergunta que o cliente do seu setor faz antes de comprar

02

Página

Defina a página que responde a essa pergunta e projete o site a partir dela

03

Regra

Liste as exigências do seu conselho e coloque cada uma no texto visível

04

Referência

Estude dois ou três sites do setor por dentro, com o Extrator da Brave Cross

05

Caminho

Leve cada página até um contato curto, com contexto já preenchido

06

Revisão

Peça ao responsável técnico ou jurídico que revise antes de publicar

Para estudar referências do segmento sem depender de print, o Extrator da Brave Cross baixa o site inteiro para abrir no computador, com animações, fontes e o design system em tokens.

Perguntas frequentes

O que não pode ter no site de uma clínica médica?

Pela Resolução CFM 2.336/2023, o site não pode garantir, prometer ou insinuar bons resultados (art. 11) nem mostrar antes e depois só com casos favoráveis ou com imagens editadas (art. 14). Também não pode omitir nome, CRM, a palavra MÉDICO e o RQE do especialista (art. 4º). Valores de consulta e formas de pagamento são permitidos pelo art. 9º.

Site de imobiliária precisa mostrar o CRECI?

Sim. A Resolução COFECI 1.065/2007 determina que o nome usado na divulgação venha seguido do número de inscrição no CRECI, com a letra J quando for pessoa jurídica. Em lançamentos, a Lei 4.591/1964, art. 32, §3º, exige também o número do registro da incorporação e o cartório nos anúncios, salvo classificados.

Advogado pode colocar preço de honorários no site?

O Provimento OAB 205/2021, art. 3º, veda referência direta ou indireta a valores de honorários, forma de pagamento, gratuidade ou descontos como forma de captação de clientes. Também ficam vedadas promessa de resultado e menção a casos concretos (art. 6º). O caminho permitido é o conteúdo jurídico informativo, com identificação e títulos comprováveis.

O que um site para indústria deve ter?

Uma página indexável por linha de produto, com ficha técnica em texto, aplicações, download de desenho ou catálogo e um formulário de cotação que pergunte quantidade, aplicação e prazo. O art. 31 do Código de Defesa do Consumidor exige informação correta, clara e precisa sobre as características do produto, por isso a engenharia deve revisar cada ficha antes da publicação.

Quanto custa um site para clínica ou imobiliária?

A Locaweb, em abril de 2026, apontou de R$ 2 mil a R$ 50 mil para sites feitos por agência ou freelancer. Na Brave Cross, os projetos de site ficam entre R$ 4 mil e R$ 20 mil; acima disso, sob consulta. A busca de imóveis e as páginas por procedimento costumam ser o que mais pesa no escopo.

Leve a regra do seu setor para o projeto

O que muda de um segmento para outro é a página que decide e a regra que precisa aparecer nela. Começar por elas evita refazer texto depois que o conselho aponta o problema.

Se o seu site é de clínica, imobiliária, indústria ou advocacia, nós projetamos a partir da página que decide e da norma do setor. Conte o que o seu negócio precisa em uma conversa com a Brave Cross.

  • site para clínica
  • site para imobiliária
  • site para indústria
  • site para escritório de advocacia
  • exemplos de sites profissionais

O que não cabe numa nota cabe numa conversa.

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